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O elenco principal está de volta.
Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci reprisam seus papéis quase 20 anos após o filme original de 2006.
A história acompanha a crise das revistas de moda.
Miranda Priestly precisa lidar com o declínio da mídia impressa e enfrenta Emily Charlton, que agora ocupa um cargo poderoso em um grande conglomerado do setor de luxo.
O diretor e a roteirista originais também retornaram.
David Frankel dirige novamente o filme, enquanto Aline Brosh McKenna assina o roteiro da sequência.
O filme não adapta diretamente o segundo livro.
Embora Revenge Wears Prada sirva de inspiração, a trama da continuação segue um caminho próprio, criado especialmente para o cinema.
As filmagens aconteceram em locais icônicos.
Grande parte da produção foi realizada em Nova York, incluindo bairros ligados ao mundo da moda, além de sequências gravadas em Paris, durante a temporada de desfiles.
Figurinos de luxo voltam a ser um dos grandes destaques.
A equipe de figurino trabalhou com peças de marcas como Chanel, Prada, Valentino, Dior e outras casas de alta-costura para atualizar o visual da franquia.
Kenneth Branagh entra para o elenco.
Kenneth Branagh interpreta o marido de Miranda Priestly, personagem que nunca havia aparecido nos filmes anteriores.
As gravações começaram exatamente 20 anos após o original.
A produção iniciou em 2025, coincidindo com as duas décadas do lançamento de O Diabo Veste Prada (2006).
A sequência foi um dos projetos mais pedidos pelos fãs.
Durante anos, elenco e produtores receberam perguntas sobre uma continuação, mas somente após o sucesso contínuo do filme em plataformas de streaming e redes sociais o projeto foi oficialmente aprovado.
Miranda continua inspirada em uma figura real.
Assim como no primeiro filme, a personagem mantém fortes inspirações em Anna Wintour, histórica editora-chefe da Vogue, embora a história seja fictícia.
A produção procura abordar como a indústria da moda mudou nas últimas duas décadas, explorando o impacto das redes sociais, dos influenciadores e da transformação digital sobre as revistas tradicionais.